ÿþ<!-- saved from url=(0022)http://internet.e-mail --> <head> <title>Por que estudar Esperanto?</title> </head> <body bgcolor="#fffcc" text="#008000"><center><H1>Por que estudar Esperanto?</H></center> <br> <font size="3" color="green"> <CENTER>Quando fiquei conhecendo a língua internacional Esperanto, fiz a mesma pergunta e, embora a boa fé daqueles que intentaram explicá-lo, ignorei-os e decidi pesquisar por conta própria. Achei que não era possível que tantos doidos falem o mesmo tantas vezes e com tanta convicção Hoje, eu acrescento : O Esperanto funciona, é harmonioso, fácil de ser aprendido por causa de sua regularidade gramatical (existem somente 16 regras gramaticais) e fonética (apenas um som para cada letra). O Esperanto foi planejado pelo médico oftalmologista e lingüísta polonês Lázaro Ludwig Zamenhof no ano 1887. Bialystok, a cidade que o viu nascer, era cenário de uma cruel intolerância étnica e lingüística. Nela falavam-se 4 línguas : Alemão, Polonês, Russo e Yidish. Eram quatro línguas hostis umas com outras, quatro culturas antagônicas, onde uma simples discussão entre membros dessas culturas às vezes resultava em morte. Naquele tempo, o jovem Zamenhof decidiu construir uma língua que possibilite a cada falante ver-se em igualdade de condições socio-lingüísticas, sem exigir a anulação das diferências próprias de cada cultura. Nos atuais momentos, muitas pessoas consideram que o inglês é a língua franca. Sendo uma língua nacional, o inglês não é adequado quando procuramos que a comunicação se realize num plano de igualdade. Perante um falante nativo do inglês, os demais sempre se encontrarão num plano inferior de comunicação. É por isso que o Esperanto garante a eqüidade na comunicação e, por não ser uma língua nacional, isto é, por ser neutral, garante também a continuidade das línguas e culturas minoritárias. Para nós que falamos línguas cujo origem é a língua latina (português e espanhol, entre outras), é muito mais fácil aprender o Esperanto, porque ele possui alredor de 70% de estruturas do latim e 30% de línguas anglo-saxônicas e eslavas. Uma engenhosa combinação de radicais gera uma grande quantidade de palavras relacionadas, de maneira que, não há necessidade de decorar todos os sustantivos, adjetivos, verbos etc, bastando apenas aplicar os radicais na raiz. Se você deseja ter amigos nos mais recônditos lugares do mundo e gosta de viajar, mas não está afim de gastar muito dinheiro, o Esperanto o torna possível. Para tal fim existe um programa chamado "Pasporta Servo", onde estão registrados milhares de endereços de lares esperantistas do mundo inteiro dispostos a hospedá-lo de forma gratuita. A única condição é saber falar o Esperanto. Para mais informações sobre o Esperanto, acesse a página da Liga Brasileira de Esperanto:<A href="http://www.esperanto.org.br/">http://www.esperanto.org.br/</A> e também a página do Centro Cultural de Esperanto (Campinas):<A href="http://www.aleph.com.br/kce/">http://www.kke.org.br/pt/dossie/manifesto_de_praga.php"</A> Ou pessoalmente com o Sr. Ishikawa Kazuya (Kakegawa-shi, Nanokamati 198. Telefone: 0537-22-7828. E-mail: kapao@ck.tnc.ne.jp) Para compreender melhor os fundamentos e objetivos do Esperanto, léia o "Manifesto de Praga":<A href="http://www.kke.org.br/pt/dossie/manifesto_de_praga.php">http://www.kke.org.br/pt/dossie/manifesto_de_praga.php"</A> </CENTER><FONT face="-ÿ3ÿ fg"><p><A href="index.html">;b‹0</A></FONT> </FONT></P></FONT> </PRE></BODY></HTML> <